sexta-feira, 7 de maio de 2010

Prayers for Boby

Foi no blog Devaneios LGBT que encontrei o trailer de um excelente filme, do qual ainda tinha conhecimento.

Prayers for Boby (Orações para Bob) é um longa dirigido por Russell Mulcahy e estrelado por Sigourney Weaver.

A trama baseada em fatos reais conta a história de um adolescente de 20 anos e gay, que entra em crise por não ser aceito na sociedade e principalmente por sua mãe. O grande acontecimento do filme se dá com o suicídio do rapaz, acarretando em uma história intensa, dramática e que mostra uma realidade que muitos jovens passam, em diferentes culturas e lugares.

 Mary Griffith (Sigourney Weaver) a mãe do adolescente sempre acreditou poder curar o filho de sua "homossexualidade" utilizando de religião e terapias até que com a morte do rapaz ela passa a reavaliar seus ideais e pensamentos, abrindo sua cabeça, a ponto de declarar publicamente (uma cena comovente) que “Bobby matou-se pela total ignorância de seus pais”.

O filme foi feito originalmente para TV, exibido na noite anterior as premiações do Oscar, tornando-se um forte concorrente na categoria.

E o Palm Queer de Cannes vai para...


Alguns festivais Cinematográficos ao redor do mundo contam com premiações voltadas para longas, curtas e documentários de temática LGBT, divulgando a homocultura e promovendo visibilidade.

Em 1987 os cineastas alemães Wieland Speck e Manfred Salzgeber resolveram criar um prêmio voltado a filmes LGBT’s junto ao Gay & Lesbian Film Festival, intitulado Teddy Award, cujo lançamento oficial ocorreu em 1992 no Festival Internacional de Cinema de Berlin.

O primeiro filme a receber o Teddy Award foi longa La Ley del Deseo (A Lei do Desejo) de Pedro Almodóvar em 1987.







Durante muito tempo o Teddy award foi utilizado no festival de Veneza e foi em 2003, em uma entrevista para a revista Venezia News que Daniel Casagrande propôs para o então diretor do Festival de Veneza, Moritz De Hadeln que fosse criado uma premiação a produções LGBT’s.








Com a mudança da direção do evento o projeto deu uma atrasa, mas em 2007 finalmente é entregue ao Festival de Veneza o Queer Lion, sob a direção de Casagrande a Marco Mulle.







 E é neste contexto e inspirado nestes dois prêmios que o então Festival de Cannes resolveu lançar o primeiro premio da categoria em sua lista. Os diretores franceses Olivier Ducastel e Jacques Martineau são os patronos do Palm Queer.

Agora é esperar até o dia 22 de maio para saber quem serão os indicados ao Palm Queer de Cannes.




terça-feira, 4 de maio de 2010

Estratégias contra discriminação sobem ações de empresas no mercado











O site southfloridagaynews disponibilizou recentemente uma matéria sobre um artigo acadêmico da escola de negócios da Universidade de Miami, cujos professores Joshua Schwarz e Peng Wang estudaram as questões de trabalho de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros empregados.

O estudo comprova que empresas que tem uma política contra discriminação a comunidade LGBT tem um aumento no valor de suas ações no mercado. Através do CEI (Índice de Igualdade Corporativa) uma empresa consegue gerir questões de preconceito no ambiente de trabalho, proporcionando a todo e qualquer profissional um lugar acolhedor e que respeita suas particularidades, o que afeta positivamente quase 100% no rendimento profissional.

...se os trabalhadores LGBT’s percebem que estão sendo cuidados e tratados adequadamente, podem ser mais produtivos. Além disso, os economistas poderiam supor que há uma melhor distribuição de talentos entre os funcionários... diz Joshua Schwarz.

Além de melhorias no ambiente de trabalho proporcionadas por ações como está, Joshua Schwarz e Peng Wang sugerem que os preços das ações das empresas com políticas contra a discriminação LGBT obtêm maior performance no mercado em que atuam, destacando-se de seus concorrentes.

 "Nossos resultados sugerem que existe valor econômico em esforços das empresas dedicadas à igualdade no tratamento entre trabalhadores LGBT’s. Diz Schwarz.

Outro aspecto importante foi analisado neste estudo, no qual comprova-se que uma empresa que adote ações contra discriminação garante melhor imagem dentro da comunidade LGBT, ganhando assim novos clientes potenciais e uma maior e importante participação no mercado GLS, assim como profissionais LGBT’s preferem ser empregados em empresas com tais ações.


A IBM é uma das empresas pioneiras no mundo em adotar ações contra qualquer tipo de discriminação, principalmente as contra funcionários LGBT´s. É também no site southfloridagaynews que é possível encontrar a reportagem “IBM Ranks #1 in 2010 Stonewall Workplace Equality Index”, falando sobre o premio que a multinacional ganhou recentemente.

A empresa é a primeira entidade patronal a ganhar duas vezes o título de empregadora Stonewall e a liderar a lista das 100 empresas empregadoras Stonewall do mundo. Esta premiação aponta quais empresas empregam profissionais LGBT’s e adotam políticas a favor dos mesmos, tornando-se gay friendly.

O nome Stonewall usado na premiação refere-se a um atentado policial em um bar gay em nova York, que originou o dia mundial do orgulho gay.

Brendon Riley, diretor executivo da multinacional afirma que desde o prêmio do ano passado a empresa tem trabalhado bastante para reavaliar e reforçar a estratégia LGBT como parte do compromisso global com a diversidade.

A Política Corporativa de Recursos Humanos de Diversidade da IBM afirma: "Os funcionários da IBM representam uma força de trabalho talentosa e diversa. Alcançar o pleno potencial dessa diversidade é uma das prioridades de negócio que é fundamental para o sucesso competitivo. "


Para o resumo completo do estudo, visite: www3.interscience.wiley.com/journal/123333994/abstract

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Festival de filmes GLS esquenta Bollywood.

 


A India, um caldeirão cultural caótico, conta com pelo menos 13 milhões de pessoas e dezenas de grupos lingüísticos e étnicos diferentes. Sua capital financeira, Mumbai, é responsável por oito por cento do crescimento anual do país e sede da tão famosa Bollywood junto ao comércio local tem mostrado ao mundo que dinheiro não falta no país, tudo bem que concentrado na mão de poucos.

É dentro deste cenário econômico e cultural que aconteceu entre os dias 22 e 25 de abril o Kashish Mumbai International Queer film festival, o primeiro festival cinematográfico GLS do país, contando com 110 filmes de 25 países, 27 deles indianos, cuja maioria são pequenos filmes em línguas regionais.

 O evento tem como objetivo aumentar a visibilidade para o cinema indiano GLS ( que eles gostam de chamar de Queer) tanto com o público gay quanto com o popular, promovendo compreensão a respeito dos pensamento, desejos e expressões  próprios da cultura Queer local.

Segundo o site oficial do evento o cenário queer indiano está passando por mudanças históricas, seja pelas paradas do orgulho gay que tem acontecido, o veredicto do Delhi Supremo Tribunal na seção 377 do código penal indiano que libera a relação homossexual entre adultos, não mais penalizando e condenando a prática sexual e amorosa e a decisão da Comissão eleitoral da Índia em reconhecer transexuais em sua legislação e liberação de documentos.

O nome do evento é super interessante e muito bem pensado. Kashish significa atração ou sedução e é utilizada para designar uma profunda atração por qualquer coisa - seja uma pessoa, um objeto ou uma idéia. Colocar o evento em Mumbai se dá não só por ser a capital do país e da tão famosa Bollywood, mas por representar pelo menos 80 por cento da comunidade queer na Índia.



Confira as seguintes reportagens :

India Gay Film Fest Eyes Homosexuality Debate para o site abcnews.go.com .



Celina Jaitley inaugurates international gay lesbian film festival in Mumbai para o site dailyindia.com .


Veja também o site oficial do evento: mumbaiqueerfest.com .


terça-feira, 27 de abril de 2010



Apenas vejam, leiam e pensem.......

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Novo jogo da Apple para o iPhone abraça a diversidade



A Apple  dá mais um passo para conquistar o mercado LGBT com o lançamento do jogo Hustle para o iPhone, o primeiro com personagens assumidamente gays, segundo reportagem "Gay iPhone app give proceeds to charity" do site 365gay.com.

O objetivo do jogo é construir uma empresa de manobristas e mover-se entre Tóquio e Nova York,  sendo que a parte central do jogo é a orientação sexual de seus personagens, ou seja, é possível jogar, flertar, se divertir e ter a certeza de que tal jogo foi desenvolvido para você.

O mais bacana é que o jogo custa apenas 99 cents e parte dos rendimentos serão revertidos para o Human Rights Campaign.

Não é o máximo!!!

Ações como estas garantem a empresa o título de “Gay-Friendly”, mostrando que se preocupam com todos os seus clientes trabalhando em prol da diversidade e também da responsabilidade social.

No ano de 2009 a Apple já contava com aplicativos de programas livres de mídia social, custando em média US $ 39.99 para iPhone, iPod Touch e iPad. Tais aplicativos oferecem serviços de encontro, bate papo, guia de hotéis, bares ao redor do mundo entre outras curiosidades: Gay History Project, MyGayGo, Grindr, Cotações Gay, GayInternetRadioLive (G.I.R.L) e o GayCities.

Veja mais sobre estes aplicativos na reportagem “Top Gay iPhone and iPad Apps”, por Ramon Johnson para o site gaylife.about.com .

 

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Video intalação causa protesto entre historiadores


Recentemente uma matéria do site  Advocate me chamou a atenção por dois motivos, uma pela criatividade e ousadia dos artistas responsáveis e outra pela “suposta” falta do que fazer que algumas pessoas tem em suas vidas.

Em Berlim existe um memorial criado por dois designers dinamarqueses (Michael Elmgreen e Ingar Dragset ) em homenagem aos gays vítimas do holocausto, inaugurado em 27 de maio de 2008.

Um grande bloco de concreto onde, através de uma janela é possível observar um vídeo de dois homens em um eterno beijo. A idéia original era de mudar a cada dois anos o sexo do casal no vídeo.

Ao planejarem colocar um vídeo de um casal lésbico,historiadores resolveram protestar através de uma carta ao ministro da Cultura alemão Michael Neumann e o prefeito de Berlim Klaus Wowereit, alegando que o vídeo beijo lésbico proposta distorcer a história. Os manifestantes alegam que as lésbicas não foram alvo de perseguição no Holocausto.

Até entendo o protesto, mas será que não existem coisas mais importantes para se preocupar e manifestar?

domingo, 18 de abril de 2010

Mithly, a primeira revista gay Marroquina

No último dia 1 (01/04/10,) Samir Baragachi presidente da Kif Kif e alguns amigos deram um corajoso passo pela causa LGBT em Marrocos. Com o lançamento da primeira revista gay marroquina do mundo, intitulada Mithly (gay em árabe), eles tentam dar voz a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros, manifestando-se em um país cuja homossexualidade é tratada como crime, condenável a três anos de prisão e uma pesada multa a ser paga.



A revista pode ser encontrada também em ambiente virtual (http://www.mithly.net/), e para seu lançamento 200 exemplares foram distribuídos. Até dado momento nenhuma ação judicial foi movida contra os profissionais envolvidos na edição da revista, apenas uma declaração de Mustapha Khalfi, editor chef do jornal  Attajdid dizendo o seguinte: “ ... a homossexualidade é contra o futuro da humanidade e que as autoridades marroquinas  deveriam proibir essa publicação que fere os valores islâmicos da sociedade marroquina”.

Nem precisa dizer o quanto se faz ridículo uma posição e declaração como esta, ainda mais partindo de uma pessoa responsável pela edição de um jornal, que a princípio se espera maturidade, consciência e instrução profissional.


Imagem da revista  Mithly











Bem, aqui o assunto encontra-se delicado, ainda mais em um país cuja intolerância predomina como regra e comportamento social. Vale lembrar que no dia 15 de junho de 2004, a poucos dias dos festejos de 35 anos dos enfrentamentos de Stonewall, um fato lamentável ocorria em Tetouan, Marrocos: 43 homossexuais foram espancados e presos enquanto comemoravam o aniversário de um deles em uma casa de festas da cidade, segundo o site MIXBrasil na reportagem “Stonewall à marroquina, o caso Queen Boat e o enforcamento de 117 gays iranianos”.


A reportagem conta este  e outro caso tão revoltante quanto, ambos de repercussão internacional e inaceitáveis, que ferem profundamente a existência humana, o direito de viver, ser feliz, de ir e vir.

Confira a reportagem ” Stonewall à marroquina, o caso Queen Boat e o enforcamento de 117 gays iranianos” do site MixBrasil aqui.

Demais fontes:
Mithly, Marrocos, a primeira revista Aos gays, pelos sites lgbtmedia.blogspot e Afrik.com.

sábado, 17 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Slava Mogutin - Queer & Under & Sex

Slava Mogutin começou sua celebre e polêmica carreira como jornalista em materiais independentes, editoras e emissoras de rádio na Russia, onde aos 21 anos passou a ser aclamado pela crítica e condenado por parte da sociedade.

 E por quê?



O que define o trabalho deste artista é a coragem de utilizar fortes elementos da cultura sexual gay e underground para desenvolver textos, críticas, performances, fotos, instalações e etc. Devido a problemas com a justiça mudou-se para Nova York passando a desenvolver seu trabalho com arte visual tornando-se membro da cena artística do centro desta mega metrópole, inicialmente aberta a qualquer expressão artística.





Em seu portfólio constam duas monografias, Lost Boys e Go-Go NYC (Livros Powerhouse, 2006 e 2008), sete livros escritos e publicados em russo além de trabalhos fotográficos e vídeos exibidos internacionalmente em lugares como , o PS1 Contemporary Art Center e o Museu de Arte e Design, ambos em Nova York, Yerba Buena Center for the Arts em San Francisco, Australian Centre for Photography, em Sydney, Witte de With, Center for Contemporary Art Museum em Roterdão, Moscovo, Instituto de Arte Moderna, Overgaden de Arte Contemporânea, em Copenhaga, o Museu de Arte de Haifa, em Israel, e o Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León (MUSAC) na Espanha.





















Em 2004, juntamente com seu sócio-colaborador ( e namorado) Brian Kenny, ele co-fundou o SUPERM, uma equipe de arte multimídia responsável pela galeria de site-specific. Com Brian Kenny e o Superm o artista apresentou shows em Londres, Nova York, Tóquio, Berlim, e museu de arte moderna MUSAC em Leon.




Atualmente está trabalhando em seu terceiro livro de fotografia, o Vista Panorâmica.

Confira reportagem com o artista no site Dazed Digital.

Veja também o site oficialx e o blog de Slava Mogutin.







 
www.slavamogutin.com
 www.slavamogutin.blogspot.com

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Farve Glede



Um comercial divertido, sacado e nada apelativo.

Scott Elk cria t-shirts para o Sydney Gay & Lesbian Mardi Gras 2010

Para a edição deste ano, o evento Sydney Gay & Lesbian Mardi Gras 2010 fecha parceria com o artista plástico Scott Elk, com uma edição limitada de t-shirts.

O artista utilizou de personagens da cultura de Mardi Gras para desenvolver 6 estampas de 52X52 cm, uma edição limitadíssima com apenas 29 peças por personagem.

As t-shirts estão a venda no gabinete oficial do evento na Oxford Street em Darlinghurst em Sydney mediante marcação prévia de visita. Mas se não tiver como ir é possível adquirir o produto sob encomenda no seguinte email: reception@mardigras.org.au.

Confira as estampas abaixo, faça sua encomenda e se puder divirta-se na Australia, no Sydney Gay & Lesbian Mardi Gras 2010.


Marlene Dietrich




                                                                                                                                         
 Joan of Arc
  http://www.scottelk.com/HTMLS/previous_work_history_joan.html






Vitruvian Man
http://www.scottelk.com/HTMLS/previous_work_history_vitruvian.html




                                                                                                                                        
Neptune
http://www.scottelk.com/HTMLS/previous_work_history_neptune.html





Elizabeth
http://www.scottelk.com/HTMLS/previous_work_history_elizabeth.html






                                                                                                                                    
 Gay Clone
http://www.scottelk.com/HTMLS/previous_work_history_gayclone.html





Confira o site do artista Scott Elk aqui.

Veja também matéria sobre o evento :
http://queerconsumo.blogspot.com/2010/03/sydney-gay-and-lesbian-mardi-gras.html



Mais informações nos sites:
http://www.mardigras.org.au/
http://remogeneralstore.com/pages/item.cfm?PLU=1741



segunda-feira, 29 de março de 2010

Seguro de vida LGBT - Realidade em crescimento





Recentemente tive o prazer de encontrar uma reportagem excelente sobre seguro de vida, casamento homoafetivo e a comunidade LGBT.

A matéria “Will Gay Marriage Bring New Marketing Opportunities for Agents” do site insurancejournal.com explica como estados Norte Americanos que tem em suas jurisprudências o casamento homoafetivo reconhecido tem um aumento no mercado especializado, principalmente companhias de seguro para casais gays.

O "mercado gay" nos Estados Unidos é enorme, de acordo com a Texas-based Merge Media, que estima o poder de compra dos gays, lésbicas, bissexuais e transexuais (LGBT) a cerca de US $ 800 bilhões em 2008. Além de ser grande no poder de compra, o público LGBT tende a ter uma forte fidelidade a uma marca específica...” segundo o site insurancejournal.

A empresa Merge Media conta com uma lista de clientes como BMW, Coors e Hotels e explica que 89% dos adultos LGBT’s procuram por marcas que anunciam na mídia gay, e a cada quatro consumidores gays, três procuram marcas com produtos direcionados a eles."Os estudos mostram consistentemente que os consumidores gays e lésbicas têm muito mais probabilidade de concentrar seus gastos em empresas que tenham sensibilidade e direcionamento para se comunicar com eles", disse Colleen Dermody, vice-presidente da Witeck-Combs Communications, uma empresa de comunicação especializada no mercado GLBT. 

Kevin B.Foley é proprietário do PFT & K Corretores de Seguro, em Nova Jersey, estado que aprovou a união civil gay em 2006. Kevin explica que muitas operadoras de seguros começam a enfatizar a cobertura de parceiros em uniões civis LGBT’s e que o reconhecimento de um cônjuge é extremamente importante a comunidade seja em termos de seguro de saúde ou seguro de vida, uma vez que as seguradoras convencionais descartam esta possibilidade, esquecendo-se dos direitos que seus clientes têm.

Segundo Tim Dodge, porta-voz dos agentes de seguro independentes e corretores de Nova Iorque, a cidade cujo casamento gay é reconhecido não conta com uma boa estratégia de marketing por parte das seguradoras, "Eu realmente não vi nenhuma agências fazendo um grande esforço de marketing para isso", disse ele.   

Mesmo em estados onde gays e lésbicas não têm permissão para se casar, agentes de seguros estão sendo convidados a olhar com outros olhos para este mercado e começar a desenvolver produtos/serviços que os atendam. Em Michigan, onde o casamento gay foi proibido em 2004, o Escritório de Regulamento Financeiro e de Seguros (OFIR) começou a oferecer dicas sobre a aquisição de seguros para  residentes do estado que têm parceiros do mesmo sexo, uma maneira de evitar abusos ou injustiças, uma vez que é necessário observar com calma a jurisprudência do estado e ver o que é possível ser feito pelo casal.


No Brasil a situação é um pouco diferente, onde a oferta é pequena e a demanda não para de crescer, principalmente nas cidades maiores como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, locais onde a comunidade LGBT tem maior representação de mercado.

A seguradora American Life lançou o primeiro seguro de vida para gays, lésbicas e transgêneros no Brasil, o Vida Freedom. “Treinamos todo o nosso pessoal de atendimento para recebê-los com todo respeito e a naturalidade que nem sempre se encontra no mercado de seguros”, afirma o executivo da American Life, Francisco Fernandes.


“Estamos investindo pesado porque acreditamos no segmento GLS. São 18 milhões de pessoas que não podem ser abandonadas pelas empresas. Nós criamos um seguro que veio para ficar. Não é uma ação oportunista e passageira”, completa Francisco Fernandes.

Um dado bem interessante não é nada divulgado, algumas seguradoras se interessam em veicular suas campanhas promocionais em sites GLS, afim de conquistar o público, porém sentem-se inibidas com grande parte do material que contém um forte carater sexual, claro nem todos os sites.

O medo de associar a imagem da empresa com um universo sexual GLS existe, porém tabus devem ser quebrados. Veicular materias em sites especializados irá abranger somente aquele público, outra coisa a ser feita é a maneira como a mensagem será passada, se em sites banners em locais que não tenham este conteúdo que tanto intimidam, se em revistas a mesma coisa. 

Outra coisa, as empresas devem ter em mente que existem exelentes sites, revistas e jornais que atendem ao público e que não tem como proposta utilizar de pornografia ou erotismo em seu conteúdo, e sensualidade; que inclusive existe em qualquer meio de comunicação afinal de contas isso atrai qualquer tipo de consumidor; é apenas um quesito a mais em um material para trazer audiencia e visibilidade, não deve ser levada como algo ruim.

Leia também a reportagem “Consumo: empresas ampliam ações gay firendly”, da gazeta mercantil no site investimentosenoticias.com.br.


Visite também os sites  Cooper Gay.e vidafreedom.com.br.


terça-feira, 23 de março de 2010

segunda-feira, 22 de março de 2010

Fort Lauderdale - Riviera da América GLS






Já parou para pensar o que faz de um ponto turistico gay friendly?Que atrações e estrutura uma cidade deve possuir para atrair o consumidor LGBT? Bem, se não sabe, vamos analisar Fort Lauderdale, a Riviera da América que abraça a diversidade e sabe promover e vender muita diversão e cultura queer.

Aproximadamente 7 milhões de turistas passam por lá durante o ano, podendo desfrutar de mais de 100 estabelecimentos especializados como hotéis e pousadas, bares, clubes, restaurantes, livrarias e lojinhas.

Com três publicações direcionadas ao público a cidade conta ainda com a segunda maior congregação LGBT religiosa do estado e 23 quilômetros de praia, quase um paraíso.

A multiplicidade de estabecimentos gay friendly's em Wilton Manors garantem um hotspot (ponto badalado) excelente para turistas e moradores. Uma oferta imperdível que mistura restaurantes e pratos variados com uma vida noturna agitada, e claro, várias opções de compras em suas diferentes e variadas lojinhas.



Fort Lauderdale oferece uma variedade de hotéis e diferentes acomodações para todos os gostos. As opções vão desde grandes e acolhedores hotéis até íntimas e gostosas pousadas, ou até pequenas pensões para quem procura o melhor do charme e privacidade. Se a idéia é internar-se em um resort e curtir a natureza e um belo bronzeado Fort Lauderdale lhe proporciona essa experiência.

A vida noturna é agitada e tem opções para todos os gostos, desde bares até mega clubs, mas para se divertir por lá é bom descolar um carro, pois os bares são todos espalhados.E para quem quer viver um momento luxo, South Beach mostra o que a comunidade GLS rica faz por lá. Victoria Park tornou-se o tradicional bairro gay e território dos gays mais estabelecidos. Por outro lado Wilton Manors tornou-se o ponto de encontro permanente para o público gay jovem.





As atrações são muitas e se a viajem for rápida não será possível aproveitar quase nada. Então o jeito é montar um roteirão e curtir o máximo possível. A poucos minutos da praia de Ford Lauderdale é o Riverwalk Arts e o Entertainment District, no centro de Fort Lauderdale, local com atrações culturais, lojas, parques e restaurantes. Você não pode deixar de conhecer o Broward Center for Performing Arts, o Museum of Discovery and Science Blockbuster com seu cinema IMAX 3D, o Florida Grand Opera, o Old Fort Lauderdale, a Casa Stranahan e o Museu de Arte.

Visite o site www.sunny.org


Os restaurantes locais oferecem mariscos frescos como camarão, caramujo, tilápia, tubarão e muito mais, além de deliciosas frutas tropicais e sobremesas fantásticas como um delicioso pedaço de torta de limão. É só escolher o lugar e se deliciar.

Para quem não dispensa uma sessão comprinhas vai encantar-se com os shoppings, lojas especializadas, pequenos mercadinhos e as boutiques exclusivas com marcas já consagradas e outras independentes.




quarta-feira, 17 de março de 2010

Londres sedia o maior evento do cinema GLS da Grã-Bretanha








BFI  - British Film Institute 






 Entre os dia 27 de março e 10 de abril Londres será palco do BFI London Gay & Lesbian Film Festival, o terceiro maior evento de cinema GLS da Grã-Bretanha.

A programação conta com longas-metragens, curtas, filmes artísticos, videos experimentais, além de uma série de debates e eventos especiais. 

O evento conta ainda com uma turnê que irá percorrer cerca de 40 vilas e cidades de toda Grã-Bretanha  com os destaques do festival.

BFI animation from johnson banks on Vimeo.


Mais informações no site www.llgff.org.uk 

Veja programação completa no link a abaixo:
http://www.bfi.org.uk/whatson/sites/bfi.org.uk.whatson/files/LLGFF_10_%20Calendar_%28PDF%29.pdf

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